Psicoterapia

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Psicoterapia Cognitivo-Comportamental

O tratamento com terapia cognitivo-comportamental é destinado a adultos, adolescentes e crianças (maiores de 6 anos) com as seguintes problemáticas:

  • Ansiedade (transtorno do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático, fobias)
  • Depressão
  • Fobia social ou timidez excessiva
  • Lidar com emoções negativas (raiva, frustrações, perdas e lutos)
  • Dificuldades de relacionamento (expressar sentimentos e pensamentos de forma mais apropriada, treinamento em comunicação e habilidades sociais
  • Baixa autoestima
  • Bulimia, anorexia e outros transtorno alimentares
  • Compulsões e obsessões (jogos, internet, ciúme patológico, tricotilomania, etc)

 

A terapia cognitiva – comportamental é baseada na hipótese que as emoções e os comportamentos das pessoas são influenciados pela sua percepção dos eventos. Não é a situação por si só que determina o que as pessoas sentem, mas o modo como elas interpretam a situação.

O tratamento visa, junto com o paciente, descobrir se a percepção que ele possui de si mesmo, dos outros e do mundo realmente estão adequadas ou se o seu sofrimento advém da maneira como o paciente interpreta os eventos, baseando-se em pensamentos ou crenças que nem sempre correspondem à realidade e que se fossem questionados poderiam mudar como eles se sentem e se comportam, minimizando o seu sofrimento.

Um exemplo  poderia ser uma pessoa que possui a seguinte crença com relação a si mesmo: “eu sou incapaz”. Ela age no mundo sem perceber que possui esta crença sobre si mesma e acaba tendo sentimentos e comportamentos que são congruentes com esta crença (no caso citado a pessoa poderia pensar “eu não vou dar conta daquele trabalho”, o que geraria um sentimento de tristeza e um comportamento de evitação, ou seja, ela desistiria de fazer o trabalho, o que confirmaria ainda mais sua crença de incapacidade).

Nossos pensamentos e crenças podem nos fazer sentir tristes, ansiosos, enraivecidos, magoados, prejudicando nossa vida e o convívio com aqueles que nos cercam. É justamente através do questionamento das crenças e de mudanças comportamentais que o indivíduo pode reduzir o seu sofrimento.